domingo, 23 de novembro de 2014

Memória

Ao assistir no último dia 22, na Caixa Cultural, o Abayomy Afrobeat Orquestra conheci o 
Mestre Abigail Moura, que nasceu em Eugenópolis, MG, em 1905. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1970. Foi o fundador da Orquestra Afro-Brasileira e dedicou quase 30 anos da sua vida a esse projeto. Cidadão digno que foi, viveu uma vida simples como copista da Rádio MEC, mas viveu para o que muito gostava, a música. Para não esquecermos.....

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Plano Nacional de Educação

Com a aprovação do Plano Nacional de Educação, os Estados e Municípios precisam fazer os seus próprios planos. O MEC lançou um Portal com informações sobre o PNE  e orientações para que cada ente federado produza o seu planejamento.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Palestina

Estamos todos assistindo o massacre á Palestina... vale entender o que acontece na região. Sugiro que leiam o texto de Zillah Branco publicado no Portal Vermelho.

Voltando

Fiquei um tempo parada, mas agora com as eleições vamos retomar o blog. Sejam todos bem vindos!!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

domingo, 1 de dezembro de 2013

Coco Sincopado

Lindo demais, Jacinto Silva com o seu Coco Sincopado...


domingo, 15 de setembro de 2013

Filmes para questionar o Capitalismo

O portal Outras Palavras traz dicas sobre filmes que questionam  o capitalismo. Vale conferir a diversidade de películas.


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Sobre Pesquisa Aprendizagem nas escolas

Coordeno na UCB grupo de pesquisa denominado Ensino, Aprendizagem e Formação de Professores. Em função desta pesquisa contribuímos com a matéria abaixo.

sábado, 17 de agosto de 2013

“O Brasil é um dos países mais racistas do mundo, mas o racismo é velado”


O documentário “Open Arms, Closed Doors” (Braços Abertos, Portas Fechadas) tem como protagonista o angolano Badharó. A película trata do racismo velado em nosso país. Ao viver mais de 15 anos no Rio de Janeiro, Badharó viveu e vive na pele o nosso racismo. Ele afirma: “O Brasil é um dos países mais racistas do mundo, mas o racismo é velado”. O documentário apresenta a sua luta pela na cidade do Rio de Janeiro, enfrentando os preconceitos por ser pobre, negro e imigrante. São 25 minutos... fiquei triste, claro, porque na real, não enfrentamos o racismo que está impregnado na cultura brasileira. Vejam o filme abaixo:


 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Henrique Fontana e a Reforma Política

Vale assistir com atenção a fala de 7 minutos do Deputado Federal Henrique Fontana sobre a importância da Reforma Política.


sábado, 22 de junho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

"Primeiras Reflexões sobre as Manifestações no Brasil" - Por Emir Sader

O sociólogo Emir Sader traz algumas reflexões que merecem ser lidas sobre as manifestações de jovens que estão ocorrendo nos últimos dias. Eu gostaria de refletir sobre uma geração que vive o Facebook e, de repente, precisa sentir o mundo, sair da máquina..... em que medida, a explosão de ir para um espaço público não tem a ver, também, com esse contexto???

Penso também, que para nós, os mais antigos, é necessário refletir sobre qual o papel das instituições criadas por nós e que não conseguem alcançar uma juventude que não sai da internet???

sábado, 15 de junho de 2013

Jacob Gorender

Morreu no último dia 11, aos 90 anos, o historiador e comunista Jacob Gorender. Autor de diversos livros, como "Combate nas Trevas", "A Escravidão Reabilitada", "Marcino e Liberatore", além de sua grande obra "O Escravismo Colonial"  escrita nos anos de 1970. Este importante texto traz uma compreensão crítica da história colonial e imperial do Brasil, destacando o modo de produção: o escravismo colonial.

domingo, 9 de junho de 2013

Violência Escolar

Recentemente a APEOESP divulgou pesquisa sobre a violência escolar.  O estudo teve como objetivo entender, sob o olhar dos professores, as  percepções sobre as condições de trabalho e a segurança no bairro e na escola; os tipos de violência que ocorrem na escola; e, ainda, mostrar a compreensão dos professores sobre os fatores geradores de violência e ações que podem minimizá-la. Os participantes foram 1.400 professores da rede estadual de ensino de São Paulo. O período de coleta ocorreu entre 18 de janeiro a 05 de março de 2013.

Os docentes participantes são na sua maioria do sexo feminino (74%), sendo que,  60% são casados, e, 62% atuam em escolas de periferia. Quanto à escolaridade, 76% possuem licenciatura e 9% são bachareis. A pesquisa indica que em média os professores têm 38 alunos. 

Os estudo revelou que as escolas de periferia são mais violentas que as do centro. O policiamento é mais presente nas escolas localizadas em regiões centrais. Perguntados sobre o "o que é violência escolar?", os professores atribuíram 62% às "agressões verbais e xingamentos"; 43% à "violência física"; 33% à "falta de educação/respeito/valores". 

Quanto às situações de violência que os professores presenciam na escola, o estudo indica que, 72% observaram "alunos brigando"; 62% "ser xingado por algum aluno"; 57% "alunos se ameaçando". Para os professores, os maiores responsáveis pela violência na escola são os alunos 95%, assim como, são estes as maiores vítimas (83%), em segundo lugar, os professores (44%).

A violência mais recorrente contra o professor é a verbal. O estudo indica que "4 em cada 10 professores" já vivenciaram agressões verbais.  Para os professores participantes do estudo, "a falta de educação e de respeito dos alunos" é a principal causa da violência nas escolas (74%); em segundo lugar, eles atribuem "a educação em casa" (49%).

Os dados revelam com precisão as percepções dos professores sobre a violência escolar, o que possibilita uma ampla reflexão com vistas à construção de ações que busquem reduzir a violência no contexto escolar. No entanto, precisamos focar a nossa atenção, num dado que considero essencial da pesquisa que é o fato  dos professores atribuírem  à "falta de educação e de respeito dos alunos"  como sendo a principal causa da violência escolar.  Considero que este é um lado da questão, mas e a escola? Em que medida, a sua organização, a forma de acolhimento dos estudantes, a sua pedagogia não produz violências??

Parabenizo a APEOESP por esse rico estudo e estarei aguardando a análise dos dados que será divulgada.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Jacinto Silva - Coco Sincopado

Lindo demais, Jacinto Silva cantando "Coco Sincopado". Não há palavras para falar da lindeza da nossa cultura...

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Brasil e OMC

O brasileiro Roberto Azevedo foi eleito para presidir a OMC, sugiro a leitura do disponível no portal Portal Carta Maior que segue....

OMC:  QUEM GANHOU E QUEM PERDEU?
Com a oposição dos países ricos e a má vontade da mídia conservadora brasileira, mas o apoio coeso das nações em desenvolvimento,  o Brasil conquistou o mais importante posto internacional de sua história: a direção da Organização Mundial do Comércio. Não foi um ponto fora da curva. A política externa independente do Itamaraty, adotada desde 2003, firmou o país como liderança representativa das economias pobres e em desenvolvimento.Com o apoio delas, o Brasil já havia vencido a eleição para dirigir a FAO, em 2012. Um sinal minimizado por uns e desdenhado por outros. Agora, tornou-se mais difícil ignorar a travessia em curso. O candidato derrotado na OMC, o mexicano Herminio Blanco, foi um dos arquitetos do Nafta. Alinhado ao pensamento neoliberal, representava os interesses que jogaram o mundo na pior crise  do capitalismo desde 1929. A vitória na FAO, com o ex-ministro José Graziano da Silva, marcou a primeira renovação importante de um organismo internacional, depois da derrocada financeira de 2008. Graziano derrotou a candidatura espanhola igualmente apoiada pelos países ricos. O escrutínio das urnas mediria a eficácia da diplomacia independente dos anos Lula, acidamente criticada pelos sócios nativos de Washington. Com Celso Amorim e Samuel Guimarães no comando, o Itamaraty  faria forte inflexão em direção ao mundo em desenvolvimento. O continente africano e a América Latina em peso garantiriam a eleição brasileira na FAO.  Foi uma vitória apertada, mas reveladora de um novo ciclo agora confirmado. O êxito na OMC, com Roberto Azevêdo, acontece  em meio aos escombros de cinco anos de desordem neoliberal.  Políticas de autopreservação dos países ricos  asfixiam nações pobres. Uma guerra cambial e comercial insana evidencia a imperiosa necessidade de uma coordenação global que não interessa às nações  hegemônicas, empenhadas em reafirmar a ocupação do terreno. Não por acaso, desta vez a vitória brasileira foi esmagadora. A  diferença da ordem de 30 votos inibiu a reação dos países ricos que, em revés anterior, em 1999, anularam na prática a posse do candidato tailandês escolhido pela maioria da organização. Por tudo isso, o êxito na OMC representa também um trunfo interno expressivo: o dispositivo midiático conservador  torcia pela vitória de quem simbolizava, no plano internacional, a coalizão de interesses locais que hoje busca  restaurar a lógica dos anos 90 na economia, na política e na diplomacia brasileira. ( Leia a análise de Eric Nepomuceno sobre os novos  desafios à integração latino-americana; nesta pág. E também: A resistência brasileira à crise exige um novo ciclo de política econômica. 

sábado, 13 de abril de 2013

Entrevista com José Dirceu

O Blog da Cidadania traz uma entrevista com José Dirceu. Em um país que a grande mídia faz o que quer, vale a pena ler a versão dele sobre o "mensalão".