Lindo demais, Jacinto Silva cantando "Coco Sincopado". Não há palavras para falar da lindeza da nossa cultura...
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Brasil e OMC
O brasileiro Roberto Azevedo foi eleito para presidir a OMC, sugiro a leitura do disponível no portal Portal Carta Maior que segue....
OMC: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU?
Com a oposição dos países ricos e a má vontade da mídia conservadora brasileira, mas o apoio coeso das nações em desenvolvimento, o Brasil conquistou o mais importante posto internacional de sua história: a direção da Organização Mundial do Comércio. Não foi um ponto fora da curva. A política externa independente do Itamaraty, adotada desde 2003, firmou o país como liderança representativa das economias pobres e em desenvolvimento.Com o apoio delas, o Brasil já havia vencido a eleição para dirigir a FAO, em 2012. Um sinal minimizado por uns e desdenhado por outros. Agora, tornou-se mais difícil ignorar a travessia em curso. O candidato derrotado na OMC, o mexicano Herminio Blanco, foi um dos arquitetos do Nafta. Alinhado ao pensamento neoliberal, representava os interesses que jogaram o mundo na pior crise do capitalismo desde 1929. A vitória na FAO, com o ex-ministro José Graziano da Silva, marcou a primeira renovação importante de um organismo internacional, depois da derrocada financeira de 2008. Graziano derrotou a candidatura espanhola igualmente apoiada pelos países ricos. O escrutínio das urnas mediria a eficácia da diplomacia independente dos anos Lula, acidamente criticada pelos sócios nativos de Washington. Com Celso Amorim e Samuel Guimarães no comando, o Itamaraty faria forte inflexão em direção ao mundo em desenvolvimento. O continente africano e a América Latina em peso garantiriam a eleição brasileira na FAO. Foi uma vitória apertada, mas reveladora de um novo ciclo agora confirmado. O êxito na OMC, com Roberto Azevêdo, acontece em meio aos escombros de cinco anos de desordem neoliberal. Políticas de autopreservação dos países ricos asfixiam nações pobres. Uma guerra cambial e comercial insana evidencia a imperiosa necessidade de uma coordenação global que não interessa às nações hegemônicas, empenhadas em reafirmar a ocupação do terreno. Não por acaso, desta vez a vitória brasileira foi esmagadora. A diferença da ordem de 30 votos inibiu a reação dos países ricos que, em revés anterior, em 1999, anularam na prática a posse do candidato tailandês escolhido pela maioria da organização. Por tudo isso, o êxito na OMC representa também um trunfo interno expressivo: o dispositivo midiático conservador torcia pela vitória de quem simbolizava, no plano internacional, a coalizão de interesses locais que hoje busca restaurar a lógica dos anos 90 na economia, na política e na diplomacia brasileira. ( Leia a análise de Eric Nepomuceno sobre os novos desafios à integração latino-americana; nesta pág. E também: A resistência brasileira à crise exige um novo ciclo de política econômica.
OMC: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU?
Com a oposição dos países ricos e a má vontade da mídia conservadora brasileira, mas o apoio coeso das nações em desenvolvimento, o Brasil conquistou o mais importante posto internacional de sua história: a direção da Organização Mundial do Comércio. Não foi um ponto fora da curva. A política externa independente do Itamaraty, adotada desde 2003, firmou o país como liderança representativa das economias pobres e em desenvolvimento.Com o apoio delas, o Brasil já havia vencido a eleição para dirigir a FAO, em 2012. Um sinal minimizado por uns e desdenhado por outros. Agora, tornou-se mais difícil ignorar a travessia em curso. O candidato derrotado na OMC, o mexicano Herminio Blanco, foi um dos arquitetos do Nafta. Alinhado ao pensamento neoliberal, representava os interesses que jogaram o mundo na pior crise do capitalismo desde 1929. A vitória na FAO, com o ex-ministro José Graziano da Silva, marcou a primeira renovação importante de um organismo internacional, depois da derrocada financeira de 2008. Graziano derrotou a candidatura espanhola igualmente apoiada pelos países ricos. O escrutínio das urnas mediria a eficácia da diplomacia independente dos anos Lula, acidamente criticada pelos sócios nativos de Washington. Com Celso Amorim e Samuel Guimarães no comando, o Itamaraty faria forte inflexão em direção ao mundo em desenvolvimento. O continente africano e a América Latina em peso garantiriam a eleição brasileira na FAO. Foi uma vitória apertada, mas reveladora de um novo ciclo agora confirmado. O êxito na OMC, com Roberto Azevêdo, acontece em meio aos escombros de cinco anos de desordem neoliberal. Políticas de autopreservação dos países ricos asfixiam nações pobres. Uma guerra cambial e comercial insana evidencia a imperiosa necessidade de uma coordenação global que não interessa às nações hegemônicas, empenhadas em reafirmar a ocupação do terreno. Não por acaso, desta vez a vitória brasileira foi esmagadora. A diferença da ordem de 30 votos inibiu a reação dos países ricos que, em revés anterior, em 1999, anularam na prática a posse do candidato tailandês escolhido pela maioria da organização. Por tudo isso, o êxito na OMC representa também um trunfo interno expressivo: o dispositivo midiático conservador torcia pela vitória de quem simbolizava, no plano internacional, a coalizão de interesses locais que hoje busca restaurar a lógica dos anos 90 na economia, na política e na diplomacia brasileira. ( Leia a análise de Eric Nepomuceno sobre os novos desafios à integração latino-americana; nesta pág. E também: A resistência brasileira à crise exige um novo ciclo de política econômica.
sábado, 13 de abril de 2013
Entrevista com José Dirceu
O Blog da Cidadania traz uma entrevista com José Dirceu. Em um país que a grande mídia faz o que quer, vale a pena ler a versão dele sobre o "mensalão".
quinta-feira, 28 de março de 2013
PEC das Domésticas
Até que enfim as trabalhadoras domésticas do nosso Brasil terão os mesmos direitos dos demais trabalhadores. A PEC 66/2012 garante aos trabalhadores domésticos os mesmos direitos já assegurados aos demais, como a jornada de trabalho definida, horas extras e FGTS. Demorou, mas a justiça foi feita! Agora o país necessita se adaptar a este novo contexto. Viva as trabalhadoras domésticas!!!
quinta-feira, 21 de março de 2013
Dez anos de SEPPIR
Hoje, 21 de março (Dia Internacional pela
Eliminação da Discriminação Racial), participei da atividade em comemoração aos dez anos da SEPPIR. Foi um forte e belo momento de reflexão e avaliação em torno das políticas de promoção da igualdade racial. Como parte das comemorações, os Correios, em parceria com a SEPPIR, lançaram um lindo selo da série "América - Luta contra a Discriminação
Racial".
Outro bom momento do evento foi o reconhecimento ao autor da novela Lado a Lado, João Ximenes e aos atores
Lázaro Ramos e Zezeh Barbosa, que foram
homenageados pelos contribuições à difusão de ações que envolvem o enfrentamento ao racismo.
A atividade lançou o vídeo "Uma Década de Igualdade Racial" em que mostra os dez anos de atuação da SEPPIR. Adorei ... marca momentos significativos da luta antirracista. Ademais, a minha querida amiga e comadre, Nádia Rodrigues, aparece no documentário. Uma pena o vídeo ainda não está na rede. O discurso da Ministra Luiza Bairros e a vigorosa presença da Margareth Menezes abrilhataram a festividade.
domingo, 3 de março de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Dança do Frevo com Funk
Êta povo danado de criativo..... eles não param de se refazerem, apesar de tanto coisa contra... Descobri o vídeo no Portal Vermelho, são os meninos da favela do Rio que dançam frevo com funk, os "muleques" são demais. Assistam o vídeo e apreciem""
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Pesquisa IBOPE Cotas para Negros
O Blog da Cidadania do Eduardo Guimarães traz ótima matéria sobre a pesquisa do IBOPE que revela que 64% da população apoia as cotas para negros na universidade. Ótima notícia, apesar de, na sua maioria, os noticiários serem contra a esse dispositivo de inclusão dos negros nas universidades.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
"Django Livre" - Tarantino
Assisti e gostei do novo filme do Quentin Tarantino "Django Livre". Li em muitos portais críticas fortes, considerando até que o filme é racista. De todo modo, o filme me impressionou na abordagem do diretor que tem afirmado que o seu interesse foi mostrar a crueldade da escravidão, sobretudo o negócio em torno de seres humanos. Tarantino destaca, a partir da sua sempre temática, a vingança, cenas desconcertantes como cachorros devorando um escravo que foge, a luta entre escravos que brigam até a morte e, também, uma escrava castigada em um forno por ter fugido. É tudo muito pesado, mas, a ideia da vingança de um escravo liberto me mobilizou demais, gostei.... sugiro que vejam e apreciem...
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Thomas Sankara
Thomas Sankara foi um grande líder revolucionário em Burkina Faso. Íntegro, teve como foco da revolução o bem estar do povo. Apreciem uma de suas afirmativas: “O mais importante é ter levado o povo a ter confiança nele mesmo, a
entender que, finalmente, ele pode se sentar e escrever seu
desenvolvimento; escrever a sua felicidade; dizer o que desejar. E, ao
mesmo tempo, sentir o preço a ser pago por essa felicidade”. Infelizmente foi traído pelo número 2 da revolução que se aliou aos neocolonialistas franceses e outros países entreguistas da África. O Le Monde Diplomatique Brasil faz um ótimo resgate histórico deste revolucionário, sugiro a leitura.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Filme Chileno "NO"
Clara Charf
Clara Charf, comunista, 87 anos e ainda militante.... foi companheira do Marighella... tem muito a nos ensinar, pena poucos conhecerem... vale a leitura da entrevista que o Vermelho publicou.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
A Guerra do Coltan
Descobri sobre a guerra do Coltan lendo o livro do Slavoj Zizek "Vivendo no Fim dos Tempos". Felizmente a TV Brasil fez uma ótima matéria sobre este escândalo.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Edgar Morin no Le Monde Diplomatique Brasil
Final de ano, Natal, penso que cabe pensarmos sobre o nosso mundo, sugiro para tanto, a instigante entrevista do filósofo, sociólogo e etc, Edgar Morin, concedida ao Le Monde Diplomatique Brasil
Algumas assertivas de Edgar Morin:
"O que faz falta é um pensamento político. A situação demanda um
pensamento que não seja somente analítico, mas dê uma direção, um
caminho."
"Entre a desilusão e o encantamento existe uma via que é a da vontade e da esperança."
"Portanto, existem muitas coisas que estão invisíveis, o futuro não é previsível, é preciso resistir e construir o improvável."
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Filme Elefante Branco
Para não deixar de registrar os filmes que assisto, gostaria de sugerir a ótima película Argentina "Elefante Branco", do diretor Pablo Tapero. O filme mostra a vida de padres católicos em uma favela em Buenos Aires. Tem tudo que conhecemos em nosso país, briga entre traficantes, padres bem intencionados enfrentanto a rigidez da igreja, trabalhadores da construção civil extremamente explorados, jovens envolvidos com droga e, claro, políticos corruptos e interessados nas suas carreiras. Uma saudação ao cinema argentino!
domingo, 9 de dezembro de 2012
Contra a redução da maioridade penal
A Abrinq, fundação que luta pelos direitos das crianças e dos adolescentes divulgou uma importante carta aberta ao Senado apresentando parecer desfavorável à PEC que prevê a redução da maioridade penal. Vale a pena ler a carta.
sábado, 17 de novembro de 2012
Jamelão canta Ela disse-me assim
Coisa mais linda do mundo Jamelão cantando Ela Disse-me Assim, de Lupicínio Rodrigues.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Medicalização da Educação e da Sociedade
Vale navegar pelo portal do Fórum Sobre Medicalização da Educação e da Sociedade . O espaço traz significativo debate sobre a falta diálogo entre pais e filhos, estudantes e professores e o excesso de medicamentos receitados para "tratar" a necessidade de outras relações sociais.
sábado, 10 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Filme "Gonzaga - de Pai pra Filho"
Quem ainda não assistiu sugiro que junte os queridos e prestigiem o filme "Gonzaga - de Pai pra Filho". O filme está muito bem feito! A história do Gonzagão contada a partir dos dramas do seu filho Gonzaguinha é emocionante. A vida do Gonzagão, sua música, suas perdas são bem situadas na película. Aplausos!!
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