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domingo, 9 de outubro de 2011
"Disbicicléticos"
Mulheres ganham Prêmio Nobel da Paz
Recebi, com grande satisfação, a notícia da outorga do Prêmio Nobel da Paz deste ano para a presidenta da República da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, para a ativista liberiana Leymag Roberta Gbowee e para a jornalista iemenita Tawakkul Karman.
Primeira mulher eleita presidenta em um país africano, Ellen Johnson Sirleaf tem contribuído, ao longo de toda sua vida pública, para a paz e o desenvolvimento da Libéria.
Sua compatriota, Leymah Roberta Gbowee, mobilizou mulheres de todas as etnias e religiões para enfrentar o regime de Charles Taylor, na Libéria, e contribuir para o fim da guerra civil em seu país.
Tawakkul Karman, por sua vez, tem trabalhado pela promoção da paz e da democracia e pelos direitos das mulheres no Iêmen antes e durante a “Primavera Árabe”. Fundou, em 2005, a ONG “Women Journalists Without Chains”, grupo que tem tido atuação destacada na promoção da liberdade de imprensa naquele país.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil
domingo, 2 de outubro de 2011
"Ocupando Wall Street"
domingo, 25 de setembro de 2011
Alunos de 10 anos atira em Professora
Como professora afirmo que, cada dia mais está muito difícil ser professor neste país. O sentimento que tenho é que tudo que a sociedade não consegue resolver, direciona para a escola. Os professores, nas minhas pesquisas, estão entre os profissionais que mais adoecem por conta do trabalho. Por outro lado, a escola pública é constantemente achincalhada por todos, sejam grupos midíaticos, alguns usuários e, até mesmo, os governos. Fico inquieta com as avaliações produzidas sobre a escola que geram rankings em que as escolas públicas estão sempre atrás das privadas, comparando o que é incomparável. Pergunto? Em que medida este processo não é uma violência?
Qual a saída? O Brasil precisa olhar para os seus espaços públicos. Quando estes forem verdadeiramente públicos, todos cuidarão. Não é aceitável os professores serem, hoje, tão desvalorizados socialmente. Ensino estudantes do curso de Pedagogia na UCB e observo o quanto que este grupo sofre por quererem ser professores de crianças. Há discriminações por toda parte, dos familiareis, dos estudantes dos outros grupos e, pasmem, de professores que dizem: "Ser professor, você é louco!" Há algo de muito errado neste mundo... por todo lado ouve-se o discurso da educação, por outro, os seus profissionais com a sua instituição, a escola, são inferiorizados, vivenciam violência de toda ordem. Está na hora de macharmos pela escola pública, pelo espaço público, pelos professores, por 10% do PIB para educação, por que não???
domingo, 11 de setembro de 2011
Sobre Macumba
sábado, 10 de setembro de 2011
Documentário "Sagrada Terra Especulada"
"Não gosto de mulheres negras, não darei senhas para vocês"

quinta-feira, 1 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Sobre alfabetização das crianças
O que me assustou foi o modo como os dados foram divulgados pela grande mídia. O foco foi a comparação sem critérios entre as redes pública e privada, ao invés de levantar a discussão sobre como, podemos todos, ampliar a aprendizagem das nossas crianças. Sabemos que aprendizagem é social. Crianças com uma vida cultural mais estimulante tem muito mais condições de aprendizagem na escola do que crianças com limitações de acesso aos bens culturais. Outro dia ouvi na rádio Nacional FM Brasília, um jornalista afirmando que a aprendizagem das crianças não é uma responsabilidade somente da escola, pois todos devemos melhorar o seu entorno. Crianças de famílias pobres neste país, muitas vezes, o seu entorno é tão somente receber informações da televisão, mídia que propicia pouca interação.
Claro, que a escola tem o seu papel e deve fazê-lo com maior precisão, pois educar é algo muito sério. Entretanto, o que vejo em muitas escolas públicas (DF) é a descontinuidade da educação de crianças. As constantes interrupções das aulas por paralisações, atestados médicos, abonos e outras formas de dispensar os estudantes são elementos que precisam ser pensados e repensados pelos gestores educacionais. Não quero aqui colocar a conta desses problemas para os professores. Vejo que isto é um problema da gestão da educação. Por que os professores adoecem tanto? Por que necessitam se ausentar da escola inúmeras vezes? Os gestores precisam responder a essas questões e construir procedimentos para garantir o direito das crianças ao aprendizado.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Roupas da Zara e mão de obra escrava
Uma voz sobre os conflitos em Londres
sábado, 6 de agosto de 2011
Música Negra: Nathan Williams and the Zydeco Cha Chas
Não poderia deixar de registrar neste espaço a belíssima música de Nathan Williams and the Zydeco Cha Chas. Ontem (05/08), no festival de jazz, blues e soul, o grupo se apresentou em Brasília. Fiquei muito emocionada com a música americana do sudoeste de Louisiana. A sanfona de Nathan Williams com o seu chapéu e óculos me lembrou muito o nosso Luiz Gonzaga. O Zydeco é um ritmo criado pelos americanos que tem como marca a presença do acordeon. É muito bom!! Apreciem!.
domingo, 31 de julho de 2011
Viva Diego Maurício!
"Trabalhar, eu não"
Viva a música popular brasileira! Encontrei por acaso o irreverente "Trabalhar, eu não" feito em 1946 por Almeidinha. Apreciem!!
Quem quiser suba o morro
Venha apreciar a nossa união
Trabalho, não tenho nada
De fome não morro não
Trabalhar, eu não, eu não !
(bis)
Eu trabalhei como um louco
Até fiz calo na mão
O meu patrão ficou rico
E eu, pobre sem tostão
Foi por isso que agora
Eu mudei de opinião
Trabalhar, eu não, eu não !
Trabalhar, eu não, eu não !
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Cineasta Negro Zózimo Bulbul
domingo, 17 de julho de 2011
"Daquele Instante em Diante" - Itamar Assumpção
domingo, 3 de julho de 2011
Cajú E Castanha - Embolada do Coco
Trabalho Doméstico
A Convenção nº 189 traz na sua introdução a seguinte afirmação "o trabalho doméstico continua sendo desvalorizado e invisível, feito principalmente por mulheres e meninas, muitas das quais são migrantes ou pertencem a comunidades desfavorecidas e são particularmente vulneráveis à discriminação relativa ao emprego e trabalho, bem como de outras violações dos direitos humanos ". Agora a luta é para que o Brasil seja signatário da referida convenção e toda a sociedade mobilize para que as trabalhadoras domésticas tenham a sua dignidade.

