domingo, 29 de abril de 2007

Esporte e Educação


Em tempos de Pan-americano acontecendo no Brasil, é de fundamental importância que este tema seja trabalhado de forma interdisciplinar e não fique a cargo apenas da Educação Física.

O esporte é um campo bastante atrativo, que se bem trabalhado constitui um meio de diminuir a evasão escolar. Este ano, os professores podem utilizar a euforia que toma conta de nosso país em épocas como essa para dar um significado maior tanto para o evento esportivo quanto à aprendizagem do aluno.

sábado, 28 de abril de 2007

Ensino público de qualidade


Criatividade, participação da comunidade e trabalho em equipe. Esses são os ingredientes que fizeram com que 33 escolas públicas se destacassem em pesquisa recente realizada pelo MEC em parceria com a UNESCO. Várias dessas escolas se localizam em regiões pobres do país, e o seu diferencial é o que deveria ser comum a todas: estão voltadas à aprendizagem significativa do aluno e não apenas a seu acesso à escola. A falta de material didático caro não detém professores que querem realizar seu trabalho com qualidade. É claro que isso não quer dizer que tenham que se contentar com uma situação precária. Devem lutar sim por melhores condições, mas nem por isso deixar de fazer um bom trabalho, como é o caso dos professores dessas 33 escolas e de outros tantos que como diria Paulo Freire, "não deixaram de sonhar sonhos possíveis".


Inclusão Digital


Temos ouvido falar bastante em inclusão digital, e várias propostas governamentais têm sido apresentadas e debatidas. Uma delas é a conexão de Internet banda larga que deverá chegar a 10 mil escolas públicas do Brasil. Este é um projeto do Ministério da Educação e do Ministério das Comunicações. Espero que esses projetos tanto de âmbito federal, como este, quanto estadual não fiquem apenas no papel, esbarrando em uma burocracia sem fim ou nos desvios de verbas que infelizmente estamos tão acostumados a ver. Creio que cabe a nós, população, acompanhar e fiscalizar para que não apenas ouçamos falar como também vejamos ser feito.

Para acompanhar mais notícias sobre a inclusão digital: http:///www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u22015.shtml

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Paulo Freire


A Universidade Católica de Brasília, promove um encontro com a Professora Ana Maria Araújo Freire, em homenagem ao décimo aniversário da eterna presença de Paulo Freire.
* Na ocasião será inaugurada a Esquina do Inédito-Viável: Núcleo de Encontros Freireanos.

Data: 03 de maio de 2007
Horário: 10h
Local: Auditório Central Bloco João Batista de La Salle

Alfabetização Solidária


Olá pessoal estou participando de um projeto que a Católica disponibiliza para os alunos e comunidades, chama-se Alfabetização Solidária. Gostaria de falar um pouco dele para todos tomarem consciência da importância do analfabetismo no Brasil e quem se interessarem pelo método procurar o projeto. Este projeto está dividido em quatrocomunidades e Gestores: Areal (Deliene), Recanto Das Emas(Rubens),Samambaia(Marcos Grams) e Riacho Fundo II(Elizabeth Aiko) do qual participo voluntariamente, encontra-se na sala F-007. O projeto tem a intenção de diminuir com anlfabetismo e contribui também em municípios dos estados do Nordeste e em cidades-satélites do Distrito Federal; Alfabetizar jovens e adultos - sua preocupação na Educação de Jovens e Adultos (EJA) é a continuidade dos estudos; Realizar formação inicial e continuada aos alfabetizadores; Acompanhar o desenvolvimento pedagógico nas turmas de alfabetização; Supervisionar o trabalho desenvolvido pelos alfabetizadores; Realizar oficinas pedagógicas aos alfabetizadores, para domínio da metodologia de alfabetização; Promover a participação dos alunos dos cursos de graduação na alfabetização; Promover a integração junto aos alunos de cursos de pós-graduação, por meio de pesquisas; Realizar atividades culturais nas turmas de alfabetização.

Para isso o projeto está disponibilizando para os alunos e professores do curso de Pedagogia e Normal Superior algumas aulas, segue abaixo.

Curso de ExtensãoPRÁTICA PEDAGÓGICA NA PERSPECTIVA HISTÓRICA: UMA PROPOSTA PARA O 1º SEGMENTO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Carga horária: 60hsVagas: 40Início 04/05 e término em 27/07 (somente nas sextas-feiras)Horário: das 14 às 17:30Valor: R$35,00Incrições na sala F-21 das 8h às 12 e das 14h às 18h.Maiores informações: 3356-9170.


A situação da educação no Brasil apresentou melhorias significativas nos ultimos anos, entretanto, asituação ainda não é satisfatória, principalmente em algumas regiões do País.


quarta-feira, 25 de abril de 2007

História!


Poucos brasileiros foram tão marcantes para a cultura mundial quanto Paulo Freire. Referência nacional que ganhou o mundo em virtude de sua obra incisiva, renovadora e verdadeiramente revolucionária, o educador pernambucano atravessou os sete mares e fez o percurso inverso de Colombo, Cabral e companhia limitada. Levou para a Europa e para os demais continentes uma contribuição original e necessária para a renovação dos saberes pedagógicos.
Homem assumidamente de hábitos simples e visão otimista da vida, nascido em 21 de Setembro de 1921, no Recife, desde sua iniciação no mundo da educação teve um contato muito próximo e relevante para a sua produção com a realidade dos pobres e humildes. Isso seria fundamental para que sua obra pudesse atingir a envergadura a que chegou.

Ranking escolar. Sim ou Não?


Uma grande polêmica tem sido gerada com a divulgação de resultados da educação no Brasil, como o que foi revelado pela Prova Brasil, aplicado pelo MEC. As escolas são classificadas em um ranking das melhores escolas do país. A polêmica está em saber até que ponto eles contribuem para melhorar a educação. Muitos defendem que essas avaliações e rankings são necessários para que haja uma ação concreta para que os resultados de quem ficou pra trás não se repitam. Há os que afirmam que os rankings diminuem significativamente a auto-estima daqueles que trabalham nessas escolas. E há ainda os que defendem os rankings, mas não a sua divulgação na mídia, passando essa informação apenas para as escolas. O que não se discute é que bons ou ruins, os rankings escolares têm levado as pessoas a terem um olhar mais crítico sobre o ensino no Brasil. Para ver a matéria completa: http://revistaescola.abril.com.br/reportagem/emdia/repsemanal_228233.shtml

terça-feira, 24 de abril de 2007

Documentário Paulo Freire


Estão sendo realizadas em todo o Brasil homenagens a esse grande educador. No dia 2 de maio, faz dez anos que ele faleceu, e o Ministério da Educação realizará, através da Secretaria de Educação a Distância, o lançamento do documentário Paulo Freire Contemporâneo. O vídeo foi produzido através de um concurso lançado pela TV Escola às Universidades, produtoras de vídeo e TV, canais de TV educativos e universitários e mostra como as idéias de Paulo Freire são importantes e atuais para o pensamento do educador. O lançamento acontecerá às 15h, no auditório do edifício-sede do MEC em Brasília. Vale a pena conferir, pois Paulo Freire contribuiu e contribui muito para as transformações que nós educadores tanto buscamos. Para mais informações acesse:http://www.se.df.gov.br/mostranoticia.asp?id=37556&secao=10

O desarme da violência


Rio de Janeiro. Favela Parada de Lucas, terreno dominado pela quadrilha Terceiro Comando. Próximo a favela de Vigário Geral dominada pelo Comando Vermelho. É exatamente entre as duas favelas que fica a escola Ciep Mestre Cartola. Pela fachada marcada de tiros da escola, dá para imaginar a violência que existe ali. Mas ao entrar na escola vemos uma realidade que contraria todo esse cenário de medo e violência. Por trás dos muros pichados e marcados por tiros há uma escola limpa, com capacidade para 600 alunos atendidos em horário integral, onde nunca houve um aluno expulso. O Ciep Mestre Cartola se destaca per ser um local onde a comunidade tem a oportunidade de participar ativamente e onde a questão da violência não é apenas debatida, mas combatida. É um combate em que não são usadas armas e munição, mas trabalho em equipe, cidadania e dedicação. Para conferir a reportagem completa: http://novaescola.abril.com.br/ed/125_set99/html/repcapa.htm

Alto al trabajo infantil


Quais futuros terão essas crianças?


Tanto rumor de falsa gloria,
Só o silêncio é musical.
Só o silêncio,
A grave solidão individual,
O exílio em si mesmo,
O sonho que não está em parte alguma.
De tão lúcido, sinto-me irreal.
(Dante Milano)

Infelizmente é alarmante há quantidade de crianças em todo o mundo que são explorada no trabalho. São necessárias severas punições aqueles que agem cruelmente com essa violência. No Brasil mais de 5 milhões de jovens e crianças entre 5 e 17 anos de idade trabalha apesar de a lei estabelecer 16 anos como a idade mínima para o ingresso no mercado de trabalho. Tudo isso da inicio ao analfabetismo em todo o mundo, pois desde cedo precisam sair de casa para ajudar no sustento da família. O governo brasileiro vem tentando combater o trabalho infantil, contudo ainda é grande o índice de pessoas que escravizam crianças. Sem perspectiva de vida elas acabam por deixarem suas vidas a própria sortes, ou seja, não freqüentando a escola, envolvendo em trafico de drogas, roubando e até matando.
O Peti( Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) foi implantado pelo governo para diminuir o trabalho infantil e sendo passado para a jornada escolar ampliada. Através de denúncias podemos ajudar a combater essa exploração infantil, ou, queremos que nossas crianças sejam a sucatas do progresso?


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2003/030428_tperguntas.shtml

Lula lança PAC da Educação para melhorar o ensino

O Presidente Lula prometeu, hoje, um aumento "significativo" na verba para a educação pública, o que inclui melhorias na remuneração dos professores.
Para o Presidente, o PDE inaugura "um novo século da educação no Brasil". "o século da elite da competência e do saber, e não apenas a elite de berço".
Confira a reportagen na íntegra: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2705395&sub=Brasil

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Pedagogia do Oprimido: Alguém quer ler??? Taí o livro!!!


Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire, dispensa apresentações; simplesmente é um livro fantástico que expressa a luta pelos direitos do oprimido, "dos esfarrapados do mundo"! Como estudantes de Pedagogia, seria muito estranho para nós, terminarmos o curso sem conhecer esta obra fascinante. Por isso, para que ninguém diga que é dificil encontrá-lo, ou que, nunca ouviu falar, ei-lo aí, totalmente disponível àqueles que desejam conhecer a pedagogia libertadora, capaz de nos fazer mais sensíveis diante das causas populares.

Clique aqui e deguste o livro:

Dia Mundial do Livro

A Câmara do Livro do Distrito Federal lança nesta segunda - feira, dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, no Pátio Brasil Shopping às 10h um projeto que tem como objetivo democratizar o acesso ao livro. Confiram mais informações no http://divirta-se.correioweb.com.br/lazer.htm

Controladores de vôo: profissão perigo


O Brasil está passando por um momento muito difícil em todos os aeroportos, especialmente em São Paulo o tráfego aéreo está à beira de um colapso. Agora pergunto será culpa dos controladores? A tecnologia atual é cheia de falhas, e as normais internacionais de segurança são desrespeitadas diariamente. Exemplo disso foi aquele acidente com o avião do Gol Vôo 1907 em 29 de setembro de 2006, onde trouxe muita tristeza a todos os familiares, o que é mais assustador é a maneira que a empresa publica fatos como esse, usar aquelas horrorosas fotos para fazer mídia é um absurdo, será que eles não pensam nos familiares das pessoas que ali estavam? De como ficará a vida deles se olharem tais destroço dos corpos? Isso se chama egoísmo.Nas atuais circunstâncias se nada for feito tudo indica que a tendência é ocorrer mais acidentes como esse.

Deficientes aproveitam aniversário de Brasília para protestar na Esplanada

Cerca de 150 deficientes físicos e auditivos, além de familiares, aproveitaram o aniversário de Brasília para fazer um protesto. Com faixas, apitos e nariz de palhaço, eles fizeram neste sábado um ato para reivindicar mais acessibilidade dos portadores de deficiência na capital federal. Muitos dos deficientes têm capacidade de trabalhar e são discriminados ao procurarem, da mesma forma que os “normais”tem direito ao trabalho eles também têm, como varias outra coisas que lhes são negadas pela sociedade. Nós somos preconceitos não podemos ver alguém chegando perto de nós sujo ou mal vestido que já pensamos que vai nos roubar ou matar. A sociedade pode contribuir muito com todos eles a começar pela forma como os olhas, os tocam ou na forma de falar. Todos eles têm direito a freqüentarem uma escola especializada para se locomoverem, é bom enfatizar que toda criança é educável, facilidades para saírem de suas casas e poderem usar os meios de transporte é outro ponto importe de destacar, pois aí o governo falha muito. Todos os portadores de necessidades especiais devem ser respeitados.



A UNESCO lançou uma publicação muito interessante chamada: O perfil dos professores brasileiros: O que fazem, o que pensam, o que almejam.
Apresenta um retrato dos professores brasileiros dos ensinos fundamental e médio, de escolas públicas e privadas, nas 27 Unidades da Federação.
O estudo foi construído a partir de questionários respondidos por 5 mil professores, sendo 82% da rede pública e 18% da rede privada. Eles representam 1.698.383 docentes.
A pesquisa analisa características sociais, econômicas e profissionais dos docentes. Reúne, também, suas percepções e opiniões a respeito de questões de âmbito social, político e educacional.
Aborda a realidade cotidiana em que vivem, bem como suas perspectivas e aspirações profissionais e suas visões sobre questões emergentes na sociedade (comportamento ético, expressões juvenis, discriminação, criminalidade) e que estão relacionadas com seu trabalho. Finalmente, considera aspectos que interferem na identidade profissional.
O livro está disponível na internet:

http://unesdoc.unesco.org/ulis/cgi-bin/ulis.pl?req=2&mode=e&M069=UNESCO+Brasil*&look=brasilia&database=ged&sc1=1&sc2=1&lin=1&widen=1&ll=s&text=perfil&submit=%A0%A0Buscar%A0%A0



Estou lendo o livro, e fiz uma entrevista com o professor Miguel Ney, da UCB. Ele é muito inteligente.
Gostaria de dividir com vocês, um parte da entrevista.
Espero que gostem.


Nome: Miguel Ney Monteiro
Formação: Pedagogia (graduação); Mestrado em Educação.
Atividades que desenvolve: Magistério superior, gestão.


1. Diante do aumento das exigências em relação ao professor, é cada vez maior o número de responsabilidades. Levando em conta o domínio da disciplina, pede-se que ele seja pedagogo, o organizador de grupo, que cuide do equilíbrio psicológico e afetivo dos alunos, da integração social, da educação sexual, entre outras coisas.Você acredita que isso foge ao papel atribuído ao professor e à escola nos dias atuais?

R. A questão não é nova. Recordo-me que na década de 70 foi publicado um livro muito interessante, onde eram listadas 22 funções do professor, todas elas pertinentes. Tais perfis, na prática, não passam de idealizações, utopias que iluminam a busca da perfeição profissional, que somente pode ser atingida a duras penas e ainda assim de forma incompleta, relativisada pelas condições reais de formação e exercício do magistério. Herdeiros culturais dos gregos, não nos falta imaginação para criar super-heróis ou semi-deuses. Precisamos apenas de bons professores e isto é bem menos do que se propala.

2. Você acha que a educação, hoje, dá ao aluno uma formação sólida capaz de ajudá-lo na sua capacidade de pensar criticamente, de colocar cientificamente os problemas humanos?

R.Sinceramente, acho que não. Seria preciso implantar o primado da educação (moralidade, socialidade, fraternidade) sobre a instrução (intelectualidade, erudição), isto é a primazia da conduta sobre o conhecimento (NEY LOBO). Fazemos – e muito mal – somente instrução. A prova está nas “pérolas” colhidas nos sucessivos ENEMs.

3. Os professores, sem dúvidas, são elementos essenciais para a melhoria da qualidade do ensino e para o progresso social e cultural. Então, por que muitas vezes são vistos como profissionais medíocres, dotados de uma formação deficiente?

R. Há muito que as classes dominantes descobriram que a educação popular de qualidade não faz bem aos seus interesses. Preferem manter o povo na ignorância, para que este não perca sua condição de cliente eterno dos coronéis rurais ou urbanos. Nada mais natural, portanto, que um dos agentes do processo de libertação, o professor, seja achincalhado, humilhado pelos baixos salários e pouco reconhecimento, como parte da estratégia de sucateamento da própria educação. Para uma escola reprodutiva do “status quo” basta um “gerente” pouco qualificado, um sofredor a mais na imensa senzala dos excluídos do projeto civilizatório.


4. “Frequentemente, o educador se sente perdido e jogado à própria sorte, tendo que encontrar por sua conta e risco as saídas possíveis”. Você concorda com essa afirmação? Por quê?

R. Em parte. Nem todos os educadores têm consciência da subjugação ideológica a que se acham expostos. Existem aqueles que se posicionam como “atores” da história e buscam intervir na realidade para modificá-la. Falta, apenas, o senso de organização, como diria Gadotti, para uma ação mais efetiva e necessária para mudar o quadro vigente da educação no país.

5. Em sua opinião, qual é o desafio que se delineia para o professor da área escolar, hoje?

R. A crise de paradigmas pedagógicos, a incerteza em relação ao futuro da própria profissão, são elementos que procuram paralisar a reação do educador. Nada que não possa ser superado, felizmente.

6. Por que a maioria dos estudantes que ingressam em cursos iniciais de formação de professores não se interessam em serem professores?

R. Na sociedade em que vivemos “honra-se o vício dourado” e despreza-se o trabalhador humilde e honesto que luta pela sobrevivência de sua família. Cultuamos os falsos heróis. Os estudantes, os jovens em geral, são enganados pelo paradigma do “ter” em detrimento do paradigma do “ser”.

7. “O Brasil é ainda um país que não alcançou sua cidadania educacional” (CURY 2000). Você concorda com essa afirmação? Por quê?

R. No ranking mundial a nossa contribuição científica e cultural é ainda bastante modesta. Contra fatos não há argumentos.

8. A família hoje, em virtude da incorporação da mulher no trabalho e da redução do numero de seus membros e horas de convívio, vai delegando à escola maior responsabilidades no que diz respeito a um conjunto de valores básicos. Comente.

É verdade. Há sinais de falência da missão educacional da família, que deveria consagrar-se à formação do caráter das crianças e jovens. Este papel está sendo atribuído ao educador profissional, que deve colaborar como uma parceiro dos pais na condução da nossa juventude.
Já existem jovens casais, mais evoluídos, que realizam experiências pedagógicas interessantes. Conheço um deles, formado de um médico e uma advogada, que combinaram trabalhar, profisionalmente, apenas vinte horas semanais, cada um, para darem conta de estarem presentes com os filhinhos de tenra idade. Em uma boa opção, embora tenhamos de reconhecer que nem sempre está disponível para todos.









Poesia: Vi Gente! (J. Reinaldo)


Eu me coloquei a pensar, e saindo de mim mesmo me dispus a comtemplar o mundo

Contempla-lo de fora, como se a ele eu não pertensesse

Olhando daqui me questionei, se algo poderia ser feito...

A máquina da desumanização está a solta, está a transformar homens em trapos esfarrapados

Vejam só! Ela está a esmagar os sonhos, a destruir quem se atreva a lutar...

Olhem só! A máquina está a falar, declarando que é hora de correr em busca dessa tal prosperidade...Mas ela mesma sabe que a maioria não alcançará a linha de chegada.

Vi gente, muita gente...homens e mulheres

Vi jovens, velhos e crianças na margem do caminho

Vi lágrimas, sofrimento, vi o lamento dos esmagados, dos chamados derrotados!

"São vagabundos!" Esse é o grito que ouço dos que estão a frente na corrida

Vi vidas, muitas vidas, mas elas passaram desapercebidas

Vi rostos, muitos rostos, com vergonha de suas feridas

Vi dor e medo no olhar daqueles desumanizados... Mas ouvi da Máquina: "É assim mesmo, nada pode ser feito"

Vi corações que já quase não batiam, vi asas que já não se abriam

Vi mãos que já estavam cativas, vi muitos olhares mirados no chão

Continuando a contemplar, vi que alguns começaram a se levantar e a trilhar um caminho oposto ao da maioria...

Então comecei a ver o que antes não via... Vi utopias a brotar desses tais desgraçados!

Vi a força para lutar, pois eles começaram a marchar

Vi gente, muita gente a mudar de direção... Caindo em mim percebi que, não posso estar aqui sem lutar, sem falar, sem me expor... Não posso estar aqui por simplesmente estar, querendo salvar a minha pele, sendo omisso ao que me concerne.

É o momento de seguir outro caminho, muito pode ser feito por aqueles que não tem medo de sonhar!

DF: recuperação de computadores ajuda estudantes


O conserto de computadores tem mudado a rotina de estudantes carentes do Distrito Federal. Desde o início do ano, 28 jovens do Gama, cidade que fica a 30 km de Brasília, e de outras regiões próximas a capital federal trabalham na recuperação de computadores, monitores, impressoras e teclados no Centro de Recondicionamento de Computadores do Gama.http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI1564940-EI8266,00.html

sábado, 21 de abril de 2007

Kumon, o que é?


O século XX foi berço de grandes avanços e descobertas científicas, técnológicas e com certeza , pedagógicas. Nascido em 1954, o método Kumon, faz parte das tendências pedagógicas do oriente, as quais não estamos habituados a estudar. Hoje, quem não ouve falar do Kumon? Esse método tem crescido bastante em nosso país, chegando a ter 120 mil alunos em suas unidades espalhadas por todo o Brasil.

O método Kumon foi criado para despertar no aluno a concentração, o raciocinio lógico e a disciplina, levando o educando a uma autonomia. É de vital importancia para nós futuros pedagogos, compromissados com a educação desde já, conhecermos as várias tendências pedagógicas, e o kumon é o exemplo de algo que tem dado certo.

Ministro sugere projeto de lei para educação indígena


O ministro da Educação, Fernando Haddad, solicitou às lideranças indígenas a elaboração de um documento que liste todas as dificuldades da área. Em reunião com professores indígenas na sede do Ministério da Educação, ocorrida nesta quarta-feira, 18, Haddad defendeu a elaboração de um projeto de lei que trate especificamente da educação indígena. “Se a comunidade se organizar e colocar no papel todos os obstáculos legais e normativos que impedem novos avanços para a educação escolar indígena, o MEC se compromete a tramitar no Executivo esse PL para encaminhamento ao Congresso Nacional”, garantiu.