terça-feira, 9 de junho de 2009

Filme Garapa


Assisti no último domingo, 06 de junho, ao novo documentário do brasileiro José Padilha "Garapa". O filme causa um intenso mal-estar. Segundo o diretor, em várias entrevistas que li, o seu objetivo é chamar a atenção da população para um problema que atinge cerca de 920 milhões de pessoas no mundo.
Fico me perguntando se para chamar a atenção para um problema tão grave, é preciso exibir cenas de crianças nuas tomando garapas e cheias de feridas. Há uma cena que mostra uma criança chorando com dor de dente. Em outra cena a criança não tem mais a dor de dente porque alguém da produção trouxe um remédio, e agora? E a vida dessa criança? O seu bem-estar físico, emocional e psíquico?
Felizmente, as notícias que tenho é que o diretor está ajudando, a partir dos recursos que o filme tem gerado, às famílias que são expostas na película.
Destaco no filme do Padilha, a inoperância dos homens. As mulheres carregam o mundo nas costas. Nas 3 famílias retratadas, elas buscam água em açudes, levam as crianças para acompanhamento médico, lavam, passam, cozinham..... E os homens? Uns bebem e outros não agem, estão sempre parados e parados.
De todo modo, é um filme brasileiro, vale prestigiar, mas não podemos simplesmente nos emociarmos com as imagens e depois, simplesmente, esquecermos e cuidarmos da nossa "vidinhazinha". Ainda acredito que o caminho para superarmos tantas desigualdades é a organização e a luta coletiva. O audiovisual é uma denúncia eficiente e serve para mobilização, porém, se não agirmos, nada muda.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Por Anette Maia "Politizando o 14º salário para docentes : prêmio ou problema?"

Tenho ouvido bastante, nos últimos dias, que o 14º salário a ser concedido para profissionais de escola pública do Distrito Federal que tiveram seus indicadores de qualidade melhorados está custando a chegar. Seja lá qual for o motivo da demora, fico me indagando se premiar profissionais de educação por terem se desempenhado melhor é uma iniciativa impassível de questionamentos.
Se nós docentes (em particular) lutamos há décadas por “uma escola de qualidade, democrática, gratuita e para todos”, qual sentido faz em premiar somente profissionais de escolas que tiveram seus índices majorados? Entendo que essa medida tende a beneficiar escolas onde o corpo docente esteja consolidado e onde todos se movam no ideário de que fazer melhor vale à pena, porque, entre outras coisas, se pode auferir ganhos adicionais. Como ficariam as escolas mais distantes onde o professorado se fixa menos, onde a rotatividade dele é maior e o projeto pedagógico mais sacrificado em razão (também) desse movimento migratório? O que dizer de escolas que não possuem parcerias consistentes para dar mais peso às realizações pedagógicas? E como fica a relação professor(a)/aluno(a) numa situação em que sabidamente a atividade docente não se move somente por ideais, mas também pela expectativa de premiações anuais?
É importante pensar, por outro lado, que esse tipo de premiação acaba por nivelar a categoria em dois patamares: o dos merecedores do 14º salário e o dos não- merecedores, ainda que tenham feito seu trabalho com distintas limitações.
Não haveria um outro jeito de valorizar o professorado? Indo mais adiante, se os índices no SIADE e no IDEB forem majorados, porque não reajustar o salário de todo(a)s profissionais da educação do Distrito Federal, inclusive os auxiliares? Assim, pelo menos, o reconhecimento seria coletivo e não faria de cada unidade escolar uma máquina onde a produção deve se superar a cada dia, gerando fazeres que remetem a uma fábrica e não a complexidade de uma educação que precisa lidar com o humano em suas diversidades mais amplas.
Faço esse debate tranqüila e sem esperar adesões imediatas ou futuras. Sei que a proletarização do magistério pode nos levar a pensar que o atingimento de metas a qualquer custo, inclusive o de nossa saúde, pode vir a ser a solução para contingentes inteiros de profissionais. Eu mesma já me vi fazendo contas caso a minha escola venha a ser contemplada com o prêmio. No entanto, resolvi pensar melhor, atentar-me mais para o viés político e ideológico dessa proposta e me exponho aqui, como contrária ao 14º salário por temer seus desdobramentos futuros no conjunto da categoria e num projeto de educação popular.
A escola gratuita, de qualidade, democrática e para todos, necessita de profissionais que sejam bem tratado(a)s igualmente. Premiar somente aquele(a)s onde as escolas foram melhor sucedidas em indicadores de qualidade , significa desprestigiar os demais , desconsiderando suas dificuldades para atingir patamares maiores que os já atingidos. Esse tipo de política não evoca paixões humanizadoras nas relações escolares, ao contrário, atrela a relação pedagógica a um prêmio que descaracteriza as bandeiras mais politizadoras que os movimentos sociais pela educação vêm empreendendo ao longo dos anos. E entendo que bandeiras avançadas, não podem ser rasgadas em nome do sucesso dessa ou daquela escola.
Fica aqui a reflexão e espero que ela possa servir para algum intento e caso não sirva, fica aqui registrado o meu posicionamento.


Anette Maia é professora da SEEDF e atualmente está Coordenadora Pedagógica em uma escola da Asa Norte.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Blog da Diversidade Cultural

Nas minhas pesquisas encontrei o blog da Diversidade Cultural. Há inúmeras boas matérias. Destaco o texto "Brasil precisa abandonar padrão "Barbie Girl" de Beleza".

terça-feira, 19 de maio de 2009

Mario Benedetti


No último dia 17 , morreu o poeta uruguaio Mario Benedetti aos 88 anos de idade. O poeta que foi militante de esquerda, escreveu mais de 80 romances, contos e vários poemas. Recentemente li o belo livro "A Trégua" que aborda a história de um contador viúvo, correto e que criou os filhos sozinho. Vale a pena! A seguir um dos tantos belos poemas do escritor.
Tática e estratégia

Minha tática é olhar-te
aprender como tu és
querer-te como tu és
minha tática é
falar-te
e escutar-te
construir com palavras
uma ponte indestrutível
minha tática é
ficar em tua lembrança
não sei como nem sei
com que pretexto
porém ficar em ti
minha tática é
ser franco
e saber que tu és franca
e que não nos vendemos
simulados
para que entre os dois
não haja cortinas
nem abismos
minha estratégia é
em outras palavras
mais profunda
e mais simples
minha estratégia é
que um dia qualquer
não sei como nem sei
com que pretexto
por fim me necessites.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Filme Lemon Tree


Do diretor Eran Riklis (Israel), o filme Lemon Tree traz uma bela reflexão sobre o cerco israelense contra o Povo Palestino. Baseado em fatos reais, o filme destaca a vida de uma palestina que vive sozinha em sua casa cuidando do seus pés de limão. Infelizmente, ela recebe um vizinho que é nada mais que o Ministro da Defesa de Israel. Os limoeiros de Salma Zidane (Hiam Abbass) foram herdados do seu pai e existem há mais de 50 anos. Por orientação da segurança do ministro, os limoeiros são indesejáveis, visto que, podem atrair "terroristas". Além disso, o filme mostra a difícil vida das mulheres, sejam elas palestinas ou israelenses.

terça-feira, 5 de maio de 2009

"Entre os Muros da Escola"


Assisti no último domingo (03/05) ao filme francês "Entre os Muros da Escola" de Laurent Cantet. O filme evidencia a geografia de uma sala de aula na periferia de Paris ao revelar o distanciamento entre professor e estudantes no contexto de uma França que convive com diferentes etnias.
De um lado temos o professor François Marin. O personagem é vivido por François Bégaudeau, que também é o autor do livro de mesmo nome. Na obra, o professor relata a sua difícil vida de lidar com estudantes do ensino médio na periferia parisiense. De outro lado, encontramos os estudantes com idade entre 13 e 15 que são africanos, asiáticos, latino-americanos e franceses.
Percebo que o trabalho do professor Marin apresenta uma ambiguidade. Vejo um esforço para ensinar a língua francesa e, ao mesmo tempo, um comportamento colonizador, no sentido de impor uma cultura que é a "verdadeira cultura". O diálogo do professor com os estudantes mostra esse comportamento. Ademais, o sofrimento dos professores em virtude de um aluno chinês (bom em matemática) ter que voltar para a China e a atitude do Conselho Disciplinar em transferir um estudante africano, denunciam o velho olhar eurocêntrico de supremacia cultural e, a incapacidade da escola contemporânea de cuidar da aprendizagem, seja na Europa ou no Brasil,.
De todo o modo, vale a pena ver o filme, sobretudo para nós que somos professores e vemos todos os dias no cotidiano de sala de aula, a dificuldade no trabalho com os jovens.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sobre o ENEM - Um Olhar

Na última semana de Abril assistimos a divulgação dos dados do Exame Nacional de Ensino Médio ocorrido em 2008. Como educadora, fiquei preocupada com a dimensão das matériais publicadas em alguns veículos de comunicação, os quais priorizaram enfatizar a “baixa qualidade da escola pública” ao mesmo tempo em que, afirmaram que escola X (pública) é a pior do DF e, a escola y, privada, é a melhor. Por que a preocupação?
Em Nota Informativa divulgada no portal do Inep/MEC, o instituto informa que, das 26.665 escolas de ensino médio cadastradas no Censo Escolar da Educação Básica em 2008, 24.253 apresentaram alunos participando do Exame em 2008. O percentual é de 91% de escolas que tiveram pelo menos um estudante que concluiu o ensino médio e que participou do Exame.
Há uma expressiva participação das escolas, porém, cabe destacar que a participação dos estudantes é voluntária. Deste modo, de acordo com o Inep/MEC ocorre uma variabilidade de participação de uma escola para outra. Assim, é possível que em muitos estabelecimentos de ensino a amostra de estudantes seja pouco representativa da média de notas do conjunto dos alunos da escola.
O ENEM objetiva avaliar o conhecimento dos estudantes em cinco competências: a) domínio de linguagens; b) compreensão e interpretação de fenômenos; c) solução de problemas; d) construção de argumentação; e) elaboração de proposta. Ótimo, no entanto, para que o desenvolvimento dessas competências seja eficaz, há que se ter um longo processo que conspire para que os jovens atinjam os intentos prescritos. Deste modo, temos que perguntar: Quem são esses jovens? De onde são? O que fazem? Vivem para os estudos? Trabalham? Onde moram? Tem acesso à cultura ou somente à televisão? Por que frequentam à escola? Como é o contexto da escola? Há condições favoráveis para o desenvolvimento do ensino? Quem são seus professores? Qual a formação? Qual o tempo dedicado aos estudos e planejamento? Qual o número de alunos em sala?
Um dos veículos de comunicação elaborou um ranking da pontuação das escolas participantes do Exame. Teve a audácia de comparar uma escola pública militar que faz seleção para acesso ao seu ensino, com uma escola de jovens e adultos da cidade de Samambaia que está em último lugar no Distrito Federal, onde os jovens são trabalhadores. A aprendizagem, na minha visão, é social, pois todos podem aprender. Freire nos ensina que foi aprendendo que aprendemos a ensinar. Somos seres cognoscentes, aprendemos. Para tanto, é fundamental que o processo de ensino e aprendizagem seja construído em sua relação com o mundo.
As análises da mídia deixam de lado a questão de que, a qualidade da escola só poderá ser resolvida se for enfrentado o problema da equidade. Fazer uma comparação entre entes completamente desiguais, visto que, a escola considerada “pior” no DF é composta de estudantes trabalhadores da educação de jovens e adultos, são de famílias economicamente desfavorecidas e moram numa cidade sem atrativos culturais. Por outro lado, a melhor escola pública, é de jovens que dedicam a sua vida aos estudos, têm estrutura econômica e cultural oportunizada pela família. Comparar processos de aprendizagens sem pensar nas condições sociais, econômicas e culturais das diversas escolas, é construir uma venda e não perceber o quanto tais desigualdades influenciam na lógica do aprender.
Por fim, há que se mudar a concepção de avaliação institucional. Não cabe avaliar, simplesmente para se fazer comparações entre escolas com comunidades tão desiguais, mas, para estabelecer políticas que, efetivamente, garantam o desenvolvimento da aprendizagem de todos os estudantes. Comparar para minimizar o papel da escola pública brasileira no processo de garantia da expansão do acesso à escolarização só favorece à lógica de valorizar o que é privado e jogar no ralo a coisa pública.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Concentração da produção de riqueza

No último dia 2 de abril foi lançado o 3º volume da série Atlas da Nova Estratificação Social do Brasil, produzido pelo economista Marcio Pochamann, presidente do IPEA. O terceiro livro da série Proprietários: Concentração e Continuidade, revela que os meios de produção de riqueza do país estão concentrados nas mãos de 6% dos brasileiros. Como diz Gilberto Gil "Ó, mundo tão desigual,Tudo é tão desigual Ó, de um lado este carnaval, Do outro a fome total".
De acordo com o livro, apenas um brasileiro de cada 20, é dono de alguma propriedade que produz renda como: empresa, imóvel, propriedade rural ou até mesmo conhecimento, que é considerado um bem .
A questão que fica para todos é: como é possível democracia política diante de tanto concentração de riqueza?
Outra informação importante diz respeito ao perfil dos brasileiros proprietários, qual seja, na sua maioria, de idade entre 30 e 50 anos, é de cor branca e possui curso superior.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Semana Nacional de Educação Pública


A CNTE organizará entre os dias 20 e 24 de abril, a Semana Nacional de Educação Pública. O evento visa discutir entre outros temas, as diretrizes nacionais da carreira do magistério e o reconhecimento dos funcionários de escola. Outras informações estão disponíveis no no portal da entidade.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Implantação do Piso Salarial Nacional

No ano passado ocorreu a aprovação da Lei 11.738/08, que instituiu o piso salarial profissional nacional para o magistério público da educação básica. Entretanto, muitos estados e municípios, até o momento, estão ignorando a lei. Este fato é preocupante, tendo em vista que, na grande maioria dos estados, o salário do professor é insignifcante. No atual contexto brasileiro, o discurso pela educação persevera, contudo, a ação política permanece distante das verbalizações.

A
CNTE, tem feito mobilizações por todo o país com o objetivo de garantir a implementação do piso. Valorizar o professor é o grande caminho para mudarmos as condições da nossa educação básica.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Brasil com P



O rapper Gog, morador do Guará (DF) desde a década de 70, nos presenteia com a excelente música Brasil com P. Acessem o link e saboreiem.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

"A humanidade está consumindo um planeta inteiro"


Leonardo Boff em um belo texto denominado Os limites do capital são os limites da Terra faz um alerta sobre a lógica social preponderante nos últimos 300 anos que submeteu todas as coisas ao valor de troca, a mera mercadoria, inclusive a própria Terra. Em seu artigo, o teólogo chama atenção para a notícia publicada em setembro de 2008, "o consumo da humanidade ultrapassou em 40% a capacidade de suporte e regeneração do sistema-Terra."

Para o autor, é urgente a construção de um novo paradigma civilizatório. Sem isto, a sobrevivência humana está em risco. Segundo projeções, a continuidade do atual modelo de econômico, em 2050, precisaremos de 2 planetas para dá conta do nosso consumo.

E agora José?

Massacre de Gaza


O que Israel está fazendo com o Povo Palestino é muito pouco divulgado na grande mídia. Aos que estão conspirando para um Outro Mundo Possível, vale acessar o portal da Carta Maior que traz inúmeras análises e informações sobre o massacre.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Cantora Odetta Jones


Morreu no último dia 3/12, a cantora Odetta Jones. Com uma belíssima voz, a artista é conhecida nos EUA como defensora dos direitos civis dos negros. Cantou temas populares de donas de casa, dos trabalhadores e prisioneiros.
Odetta influenciou grandes músicos, como Joan Baez, Bob Dylan, Janis Joplin . Vale ouvi-la cantando Blowin' in the wind.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Asfalto no lugar do Ipê Amarelo

Ao andar pelo Distrito Federal, é visível, a ânsia de trocar árvores por alfalto. O DF parece um autódromo em construção. Constróem-se novas vias e viadutos, aumentam a largura de outras das pistas, e, até, expandem pontes. A sensação que tenho é que se organiza uma cidade só para carros.

Esta semana, no Areal, bairro de Taguatinga ou Águas Claras, não sei, observei que um belo e velho ipê que habitava a região, foi trocado por alfalto. Que tamanha tristeza me abateu! Tristeza pelo ato e, tristeza por corrermos tanto e não impedirmos que este tipo de atitude seja tão comum no nosso cotidiano.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

João Cândido, O Almirante Negro


Nos versos dos compositores João Bosco e Aldir Blanc, na música "O mestre-sala dos mares", sabemos um pouco sobre João Cândido:

Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu.
Na figura de um bravo feiticeiro
A quem a história não esqueceu.
Conhecido como o navegante negro tinha a dignidade de um mestre-sala
.

Em 1910, mais de 2000 marujos se revoltaram na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, contra os maus tratos físicos praticados pela Marinha Brasileira. A insurreição ocorrida no dia 22 de novembro, foi marcada pelas armas que foram apontadas para o Rio de Janeiro. A princípio os marujos conseguiram uma vitória, mas, logo que passou o acontecimento, os marinheiros revoltosos foram presos, expulsos e até torturados.
A Revolta da Chibata, assim conhecida, foi liderada pelo negro João Cândido (naquela época como hoje, os trabalhos subalternos eram realizados pelos negros) que ficou preso sendo torturado por muito tempo. Teve a saúde prejudicada com as torturas. Com isto, a Marinha o encarcerou em um hospício.

Infelizmente, só agora, o nome deste brasileiro começa a circular pelo país. A Marinha concedeu neste ano a inscrição do seu nome no Livro dos Heróis da Pátria e a anistia post-mortem. Vejam bem, 98 anos após.

Para conhecermos mais sobre o João Cândido, acaba de ser lançado o livro de história em quadrinhos Chibata!, escrito por Olinto Gadelha e desenhado por Hemeterio.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Caderno de Saramago


O escritor português José Saramago, desde setembro de 2008, tornou-se blogueiro. Intitulado "O Caderno de Saramago", o blog do Prêmio Nobel de Literatura em 1998, nos presenteia com textos diversos: reflexões, opiniões, comentários e outros.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Obra Completa de Machado de Assis


Para lembrar o centenário da morte de Machado de Assis, a Biblioteca Digital Domínio Público - MEC e, a Universidade Federal de Santa Catarina, por meio do Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Linguística, estão disponbilizando pela internet a Coleção Digital Machado de Assis, gratuitamente. A obra completa do escritor está organizada por gênero e poderá ser acessada nos formatos pdf e html.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

"Estratégia do Medo"

No portal Carta Maior foi divulgado excelente artigo do cineasta Michel Moore, intitulado "Querem nos meter medo". Moore destaca a mobilização virtual do povo americano para deter
a aprovação da lei que transferiria 700 bilhões de dólares para os bancos de investimentos. Diz Michel Moore em seu artigo: "A Corporação do Crime do Século foi detida por 228 votos contra 205."

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

FIES

O Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior (Fies) está com inscrições abertar a partir de hoje (29/09) até o dia 19 de outubro. O fundo pode financiar até 100% das mensalidades dos alunos que estudam em instituições privadas de ensino superior. Mais informações acessem o endereço da Caixa.